KV Pico

1kmvertical

Pico Mountain  Vertical Kilometer

26 de Maio de 2017

Apresentação

A Montanha do Pico encerra um conjunto de valores naturais que determinaram a sua classificação como reserva integral, através do Decreto n.º 79/72, de 8 de março. Esse estatuto de proteção foi reforçado e alargado com a criação da Reserva Natural da Montanha da Ilha do Pico, operada pelo Decreto Regional n.º 15/82/A, de 9 de julho, e posteriormente reclassificada e integrada no Parque Natural do Pico, criado pelo Decreto Legislativo Regional n.º 20/2008/A de 9 de julho.

A preservação dos valores naturais em presença na Reserva Natural da Montanha da Ilha do Pico exige um controlo dos acessos e a aplicação de regras de comportamento compatíveis com os objetivos inerentes à classificação daquela parte do território como área protegida

Prova

O Pico Mountain  Vertical Kilometer é uma prova de Skyrunning que percorre uma distância aproximada de 3,5 km e sobe em altitude 1000m de desnível positivo, realizando-se no trilho de acesso à Montanha do Pico.  A prova faz parte integrante  do Azores Trail Run e está  inserida  no calendário de provas de Skyrunning da Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal. Esta competição conta para a Taça de Portugal de Corrida/Km Vertical e será o Campeonato Regional de Km Vertical dos Açores.

Programa

26 de Maio 2017

07h30 – Partida do Barco para a Ilha do Pico
08h30 – Partida do autocarro para a Casa da Montanha (Junto à Gare Marítima da Madalena)
10h00 – Início do Km Vertical da Montanha do Pico – Local: Casa da Montanha
16h00 – Partida do autocarro da Casa da Montanha para a Gare Marítima da Madalena
18h00 – Partida do Barco para a Ilha do Faial

REGULAMENTO

Art.º 1 – Organização

O Pico Mountain Vertical Kilometer é uma organização do Clube Independente Atletismo Ilha Azul (CIAIA), com o NIPC: 512030286 e sede na Rua Capelo Ivens, Apartado 194, 9900 Horta – Açores, em parceria com a Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal.

Art.º 2 – Definição

Vertical Kilometer – É uma disciplina de competição de 1000 metros de desnível positivo num percurso que não excede os 5 km de extensão linear.

Art.º 3 – Descrição e âmbito

O Pico Mountain  Vertical Kilometer é uma prova de Skyrunning que percorre uma distância aproximada de 3 km e sobe em altitude 1000m de desnível positivo, realizando-se no trilho de acesso à Montanha do Pico.

Art.º 4 – Classificações – Escalões

Serão premiados os três melhores atletas da geral masculina e feminina e ainda aos seguintes escalões:

– Juniores M/F (idade entre os 18 e os 19 anos)

– Seniores M/F (idade entre os 20 e os 39

– Veteranos M40/F40 (idade entre os 40 e os 49 anos)

– Veteranos M50/F50 (idade entre os 50 e os 59 anos)

– Veteranos M60/F60 (idade entre os 60 e os 69 anos)

– Veteranos M70/F70 (a partir dos 70 anos)

Para efeito de determinação do escalão é considerada a idade do atleta no dia da prova.

Art.º 5 – Normas de Conduta

O Pico Mountain  Vertical Kilometer realiza-se no parque natural da Ilha do Pico.

Os participantes devem preservar o ambiente no local de realização do evento, tendo especial cuidado para não abandonar qualquer tipo de resíduos ao longo do percurso, nem ter comportamentos prejudiciais à fauna e flora. Sendo uma competição, existe a possibilidade dos diversos participantes se encontrarem em ritmos diferentes, sendo obrigatório ceder passagem aos participantes mais rápidos.

Art.º 6 – Inscrição

  1. a) As inscrições estão disponíveis em www.azorestrailrun.com
  2. b) A inscrição tem um valor de 35€ para os atletas que estejam inscritos em qualquer uma das provas do Azores Trail Run 2017. A inscrição para os restantes atletas está dependente do número de vagas disponíveis após a inscrição dos atletas inscritos em qualquer uma das provas do Azores Trail Run e se estão ou não inscritos na Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal.
  3. b) A inscrição inclui: peitoral; transfers desde o porto da Madalena até à Casa da Montanha (e regresso ao Porto da Madalena); seguro desportivo e kit de participação.
  4. c) A prova está limitada a 100 atletas.

Art.º 7 – Requisitos para Participação

  1. A) Ter 18 anos no dia da prova;
  2. B) Efectuar correctamente a inscrição
  3. C) Ter previamente assegurado avaliação médica que ateste não possuir contra-indicações para a prática do Skyrunning.
  4. D) Conhecer e aceitar as condições do presente regulamento;

Art.º 8 – Termo de Responsabilidade

Os participantes inscritos deverão preencher um termo de responsabilidade (cedido pela organização), a entregar no momento de registo no secretariado.

Os mesmos declaram participar voluntariamente e sob a sua própria responsabilidade na competição, não podendo exigir/reclamar da organização e seus colaboradores qualquer responsabilidade que exceda os seguros legalmente previstos.

Art.º 9 – Secretariado

O levantamento do peitoral no secretariado só poderá ser efectuado perante a apresentação de documento de identificação.

Art.º 10 – Direitos de Imagem

A organização reserva em exclusivo o direito à imagem da prova. Qualquer projecto ou suporte publicitário deve ter prévia autorização da organização.

Art.º 11 – Sistema de Cronometragem e Controlo de Pontos de Passagem

1- O registo de tempo é feito mediante controlo electrónico à partida e à chegada.

Art.º 12 – Meios de Progressão na Competição

O único meio de progressão permitido em todo o percurso é a deslocação a pé. É proibida qualquer tipo de ajuda externa. A utilização de bastões é autorizada.

Art.º 13 – Segurança

Os participantes devem ajudar um outro participante que esteja em dificuldades.

Em caso de acidente no decorrer da prova, e na situação de não poder prosseguir, o participante deve entrar em contacto imediato com a organização ou pedir a alguém que informe aquela da sua situação. No caso contrário, deverá tentar chegar ao final do percurso ou regressar ao início, onde será socorrido.

Em caso de desistência, o participante deve informar a organização antes de abandonar o local da prova.

Em caso de necessidade de resgate a operação de busca e salvamento na Reserva Natural da Montanha do Pico, efetuada pelos serviços de proteção civil.

As despesas inerentes ao resgate efetuado são imputadas ao atleta caso sejam em resultado do incumprimento, ainda que negligente, do presente Regulamento, incluindo o desrespeito pelas normas de segurança aplicáveis ao montanhismo e pelas normas de conduta na Montanha do Pico, ou que tenha sido solicitado sem justificação.

Art.º 14 – Desclassificação

Será motivo de desclassificação se o participante:

  1. A) Chegar para além do tempo limite (120 minutos) para a execução da prova;
  2. B) Provocar danos em áreas privadas ou ajardinadas;
  3. C) Desrespeitar as normas gerais de protecção da floresta
  4. D) Atirar lixo para o chão;
  5. E) Infringir outras regras estabelecidas pela organização;
  6. F) Não ajudar um participante que esteja a necessitar de ajuda;
  7. G) Que solicite ajuda sem necessidade;
  8. H) Que não tenha o peitoral ou este não esteja na zona abdominal;
  9. I) Que não facilite a passagem de um atleta mais rápido.

Art.º 15 – Material Obrigatório

Não há material obrigatório, mas é aconselhado um corta-vento para vestir no final, calçado apropriado, água e algum alimento visto que a descida até à Casa de Montanha é de aproximadamente 60 minutos ou mais.

Art.º 16 – Abastecimentos

Não há abastecimentos durante a ascensão, havendo apenas no local da partida.

Art.º 17 – Júri da Competição

O Júri da competição é nomeado pelo Conselho de Arbitragem da FCMP.

Artº 18 – Seguro de Prova

Os participantes estão cobertos por um seguro de acidentes pessoais.

Em caso de acidente, o participante deverá contactar a organização que fará o seu encaminhamento para a instituição médica mais adequada ao seu estado de saúde, juntamente com uma cópia da respectiva participação de sinistro. Por vezes e, dada a urgência/gravidade de alguns acidentes, torna-se impossível diligenciar o preenchimento da participação de sinistro. Nestas circunstâncias, a participação do sinistro poderá ser tratada após concluídos os primeiros socorros ao participante.

A organização não assumirá despesas de sinistros, dos quais não tomou conhecimento em tempo oportuno para activar o seguro.

Art.º 19 – Casos Omissos e Alteração da Prova

O Júri da Competição pode suspender, reduzir, neutralizar ou parar a prova por motivos de segurança ou de força maior, para além do seu controlo (clima, mudança do fluxo hidrográfico, etc.) e decidir em caso de omissão ou dificuldade de interpretação no presente regulamento.

A organização poderá sempre que entender actualizar o presente regulamento, de acordo com as necessidades da organização até à data limite de inscrições.